Pessoa fazendo voador na máquina para peito em academia com postura correta

Fortalecer o peitoral é um objetivo comum de quem frequenta academias ou treina em casa. No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como incluir de forma segura e eficiente o exercício voador, também conhecido como fly, em sua rotina. Este guia apresenta tudo o que é preciso saber para conquistar resultados sólidos e evitar lesões.

O que é o voador e qual seu papel no treino de peito

O voador é um exercício de isolamento voltado principalmente para o peitoral maior, destacando-se por permitir um trabalho mais concentrado da musculatura em relação a movimentos compostos como o supino. Ao realizar o movimento de abrir e fechar os braços enquanto seguram uma carga, os músculos do peito se contraem intensamente, promovendo a hipertrofia e também contribuindo para o desenho da região.

O voador ativa o peitoral sem exigir grandes cargas nas articulações dos ombros.

Além de trabalhar o peito, o exercício também recruta, de modo secundário, deltoides anteriores e bíceps. A sensação de “alongamento” ao final do movimento traz o benefício de aumentar a amplitude do exercício, algo difícil de atingir em máquinas como o supino reto tradicional. Para conhecer outros exercícios que atuam no peitoral, veja o guia prático de treino de peito.

Principais variações: máquina, halteres e polias

O voador pode ser realizado de diferentes formas, cada uma com suas vantagens específicas. Isso permite adaptar o treino ao nível e objetivo de cada pessoa.

  • Máquina voador: Ideal para iniciantes, por garantir maior estabilidade, segurança e controle de movimento.
  • Fly com halteres: Exige estabilização da musculatura e coordenação, sendo mais útil para intermediários ou quem busca um desafio extra.
  • Fly na polia (crossover): Permite amplas opções de ajuste de altura e amplitude, tornando-se atrativo tanto para iniciantes quanto para avançados.

Pessoa executando voador na máquina na academia

Diante destas variações, a recomendação comum é iniciar na máquina e progredir para halteres ou polias ao longo da evolução dos treinos. Cada variação pode ser adaptada conforme necessidade, ajustando a carga, o número de repetições e a amplitude de movimento, como orientam protocolos validados em ensaio clínico registrado na ReBEC (ensaio clínico com idosos).

Ajustes corretos de banco e carga para proteger os ombros

Um dos maiores receios no voador recai sobre a saúde dos ombros. Ajustar corretamente o banco e a carga é fator-chave para evitar desconfortos ou lesões:

  • A altura do banco deve garantir que pés fiquem totalmente apoiados no chão.
  • O encosto precisa estar bem ajustado para sustentar as costas, principalmente a lombar, reduzindo a sobrecarga na região cervical.
  • No caso de máquina, o apoio dos braços deve alinhar-se com o meio do tórax (linha do esterno), nem muito baixo e nem acima do ombro.
  • A carga deve ser leve o suficiente para permitir controle total do movimento, principalmente na fase excêntrica (abertura dos braços).

Com halteres ou polias, busque sempre controle, evite movimentos bruscos e nunca ultrapasse o limite articular do ombro. Erros como “abrir demais” podem causar estiramento e dores posteriores.

Dicas adicionais sobre como manter a integridade dos ombros estão disponíveis neste conteúdo sobre práticas seguras na musculação.

Postura correta e erros comuns que levam a lesão

A execução do voador, embora pareça simples, requer atenção a detalhes essenciais:

  • O tronco deve se manter fixo no banco, sem arquear a lombar.
  • Os pés firmes no chão garantem estabilidade.
  • Os cotovelos ficam semiflexionados durante todo o movimento.
  • Mantenha o punho alinhado ao antebraço para evitar sobrecarga indevida.

Os erros mais comuns incluem abrir excessivamente os braços, usar cargas além do necessário, acelerar a fase de retorno e relaxar a musculatura ao final do movimento. Evitar compensações no tronco é fundamental para garantir a ativação correta do peitoral. Para mais detalhes sobre supino e diferenças de execução, vale consultar este guia sobre supino reto.

Benefícios de isolar o peitoral e quando inserir o exercício

O principal benefício do voador é o isolamento do peitoral, favorecendo o crescimento muscular sem exigir tanto dos tríceps ou ombros, como ocorre no supino. Pode ser incluído no começo, meio ou final do treino, dependendo do objetivo:

  • No início: Promove pré-fadiga, tornando o treino mais desafiador.
  • No meio: Complementa outros exercícios compostos.
  • No fim: Serve de finalização, quando já há fadiga e preferência por movimentos mais controlados.

O valor do voador foi destacado em estudo de 12 semanas com idosos, comprovando ganhos funcionais e hipertrofia ao longo das sessões (ensaio clínico com idosos).

Importância do acompanhamento profissional e recursos do Union Fit

Para iniciantes e pessoas com histórico de lesão, contar com orientação é fundamental para adaptação segura dos exercícios. Nesses casos, o apoio de aplicativos como o Union Fit faz diferença: ao registrar nível, histórico, restrições e preferências, ele gera séries individualizadas e vídeos explicativos para cada movimento, inclusive do voador e suas variações.

Isso proporciona mais segurança ao treinar sozinho, seja em casa ou na academia, além de ajustar progressões conforme a evolução. Relatórios e gráficos visuais contribuíram ainda mais para a motivação e controle do progresso, como citado em artigos sobre musculação e hipertrofia disponíveis no blog Union Fit.

Conclusão

O voador, nas diferentes versões, atua como peça estratégica no desenvolvimento do peitoral: oferece isolamento, amplitude e controle. Ajustar banco, carga e postura são os pilares da segurança, enquanto a escolha da variação depende do estágio de cada um. Aliando acompanhamento profissional, ou um app inteligente como Union Fit, fica muito mais simples conquistar resultados e treinar sem sustos.

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Perguntas frequentes sobre voador

O que é o aparelho voador na academia?

O aparelho voador é uma máquina projetada para isolar o peitoral durante o exercício de abertura de braços. O usuário senta com as costas apoiadas e realiza o movimento de aproximação dos braços, fortalecendo principalmente o peitoral maior.

Como usar o voador com segurança?

Para usar o voador com segurança, ajuste o banco para que os cotovelos estejam na linha média do tórax e escolha cargas compatíveis com seu nível. Mantenha a lombar encostada, pés firmes no chão e movimentos controlados, evitando estender demasiadamente os ombros ou usar sobrecarga excessiva.

Voador é indicado para iniciantes?

Sim, a versão na máquina é bastante recomendada para iniciantes, por proporcionar estabilidade e facilitar a execução correta do movimento. Já as opções com halteres ou polias são mais indicadas após o desenvolvimento da coordenação e força básicas.

Quais músculos o voador trabalha?

O foco primário é o peitoral maior, mas o exercício também envolve deltoides anteriores e, em menor grau, bíceps e serrátil anterior.

Voador ou supino, qual é melhor?

Supino e voador se complementam: o supino trabalha vários grupos musculares, enquanto o voador isola o peitoral. Para um programa equilibrado, o indicado é combinar ambos, considerando objetivos e histórico de cada pessoa.

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Pedro Rennan

Sobre o Autor

Pedro Rennan

Pedro Rennan é um entusiasta dedicado ao seu campo de atuação, apaixonado por compartilhar conhecimento e inspirar outros profissionais. Tem interesse especial em inovação, tecnologia e em promover soluções práticas para desafios atuais, dedicando-se a criar conteúdos relevantes e úteis para o público. Preza pela objetividade, clareza e credibilidade em cada informação divulgada, valorizando o constante aprendizado e a troca de experiências para contribuir positivamente em sua área.

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